O alegrinho-do-rio mede 11 centímetros.
Vive em campos, varjões e áreas de campinaranas às margens de rios e lagos.
Aparece como migrante esporádico na Bacia Amazônica(em função da elevação no nível de águas).
Como enfatiza o nome comum, a andorinha-do-rio está muito ligada à água. A semelhança com a outra espécie do gênero torna a identificação difícil, em muitos casos. As melhores características para determinação segura são o tom esverdeado dominante na plumagem das costas, mais notável sob luz intensa e a área branca sobre a asa (embora os juvenis da andorinha-de-sobre-branco, também tenham um pouco de branco no mesmo local). Mede cerca de 13,5 cm.
Vive em casais, grupos familiares ou solitária, sempre nos rios, corixos e baías. Encontrada na maior parte do Brasil, exceto no extremo sul.
O rouxinol-do-rio-negro é muito parecido com o encontro(Icterus pyrrhopterus) porém, possui um boné amarelo na cabeça, diferente deste que somente possui uma faixa amarela nas asas.
Ocorre à margem direito do Rio Negro.
O arredio-do-rio é um pouco menor do que o curutié(Certhiaxis cinnamomeus), a princípio pode ser confundido com ele. No entanto, a plumagem do dorso é completamente marrom avermelhada, formando um forte contraste com o ventre claro. A listra superciliar é maior e mais nítida, bem como o bico é claro com uma linha escura superior (é todo negro no curutié).
As atividades constantes das aves dificultam a identificação e, muitas vezes, são primeiro escutadas, antes de serem localizadas. O canto, um dueto entre macho e fêmea, começa com uma risada baixa, acelerada e mais alta no final. É emitido o ano inteiro, sendo de julho a dezembro (período reprodutivo) com enorme freqüência. Enquanto caçam insetos, vão cantando continuamente, às vezes dependurados em cipós, de cabeça para baixo. Habita, exclusivamente, a mata ciliar de rios, corixos e baías, desde abaixo da copa até os arbustos próximos ao chão. Nas matas inundáveis dos corixos e baías, pode aparecer nas laterais da mata e usar arbustos sobre a água, quando a confusão com o curutié é mais provável.
Presente na Amazônia (principalmente ao sul do Rio Amazonas), Piauí, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Encontrado também na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
O chororó-do-rio-branco mede cerca de 15 cm de comprimento. O macho é negro com marcas brancas; a fêmea pardo-acinzentado com a garganta marcada de branco, peito e barriga amarelados.
Vocalização: “pua-pua-pua…” ou “kikuk-kikuk-kikuk” (Ridgely).
Habita matas de galeria em florestas tropicais húmidas de baixa altitude.
Ocorre no estado de Roraima, na região dos Rios Branco e Mucajaí e também na Guiana. É endêmico da região. O fato do seu habitat ser muito limitado em extensão indica que a espécie é muito vulnerável e muito sensível a pequenas mudanças no uso da floresta.
A guaracava-do-rio mede 19 cm de comprimento. Apresenta a cabeça, dorso e cauda pardo-escuros; peito pardo claro; restante das partes inferiores branco com discreta sombra parda.
Espécie das ilhas fluviais e margens dos rios da Bacia Amazônica. Ocorre em formações ribeirinhas e matas ripárias com grandes concentrações de embaúbas. Seus hábitos são pouco conhecidos.
Ocorre ao longo do Rio Amazonas e alguns de seus grandes afluentes na parte oeste da Amazônia.